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Sem direito a qualquer tipo de prémio, deixo-vos uma pequena adivinha:
Qual é, à luz da História, o pior crime contra a humanidade: o do gueto de Varsóvia, durante a 2.ª Guerra Mundial, ou o cerco à Faixa de Gaza, nos dias de hoje?
Por causa de um atentado terrorista praticado contra o Estado de Israel já se pode deixar de lado o chamado Direito da Guerra e o Direito Internacional? Esperem aí... Qual é, segundo este ponto de vista, a diferença entre Telavive e Moscovo?
É o que eu sempre disse: quando convém invoca-se o Direito Internacional; quando não convém, assobia-se para o lado!
Estou sem paciência para escrever, e tenho pena, porque muito há para explicar sobre a história da guerra entre Israel e os povos e Estados vizinhos, tal como havia (e já o fiz) sobre a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. A noção de terrorismo varia conforme o lado de que se olha o confronto. E mais não digo.
O Presidente disse o que disse, porque já não via um espectáculo daqueles desde os tempos em que deixou de ser amamentado! Saudades...
Dos pedaços conhecidos do recente livro de Cavaco Silva ressalta a pergunta que deixo em título deste twitter. Contudo, creio que é mera vingança de um senhor vingativo e cheio de ódio.
A Espanha, no domingo passado (o tal 23-J), disse, com certa cautela, adeus ao franquismo por quem o VOX parece ter uma especial predilecção. Mesmo com laivos de passadismo, venceu a democracia. Oficialmente, já não há Vale dos Caídos, em Espanha.
Jesús García, 104 anos, o homem que sobreviveu a tudo: "Mandaram-nos para a frente depois de oito dias de treino"
O último brigadista recorda a batalha do Ebro, com 21.500 mortos, e o desfile de despedida do exército voluntário em Barcelona: "La Pasionaria me beijou".
Homenagem da Espanha democrática ao último combatente da Guerra Civil que lutou na mais sangrenta das guerras e na mais terrível batalha, a do rio Ebro.
O Papa Francisco foi internado de urgência, segundo parece, em consequência de estar com problemas cardíacos e respiratórios. Não admira, é o peso dos seus 86 anos e de uma agenda sobrecarregada que não lhe dá oportunidade de repousar. Está na altura de cada um, há sua maneira, fazer o que ele pediu no dia da sua eleição: rezar para o ajudar, porque se trata de um Homem Bom.
José Cardoso
Editor Adjunto, escreveu assim: «O Presidente da República e o chefe do Governo olham para Portugal e vêm um país diferente?» ou será que o jornalista não sabe que vêem é assim que se escreve? Não se desculpem com tipógrafos, que já não os há! Vá cuidar da vista para ver melhor.
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